sábado, abril 25, 2009

Onde estava Deus?


Onde estava Deus?

Marcos 15:34 Eloi, Eloi, lama sabactâni? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Introdução:

Li, algum tempo, um curioso artigo, na Comunicação Social que me chamou a atenção, em que o seu Autor, cujo nome não fixei, falava do “tsunami” ocorrido na Ásia, em que pereceram mais de 200.000 pessoas. O seu artigo terminava com uma pergunta, que é um clássico clamor do homem impotente perante o sofrimento inexplicável: Onde estava Deus?
Esta idêntica pergunta, tem sido feita ao longo da história e continua a ser repetida nos dias de hoje, quer na Comunicação Social, quer ainda em livros, ou numa ou noutra celebração pública. A pergunta Onde estava Deus?, revela a grave crise do homem na sua caminhada histórica, reflectindo a sua posição dramática de crise ética e moral, nas suas relações sociais, com reflexos no mau desempenho da economia, que gera a desconfiança no futuro, empurrando muitos milhões de pessoas para o desemprego e miséria.
Apesar do forte laicismo, especialmente no Ocidente, assiste-se hoje ao fenómeno do ressurgimento religioso, que parece indicar ser uma forma de fuga ao futuro incerto e encontrar assim, - esperam os seus seguidores - um meio que proporcione algumas certezas, na incerteza da vida.
Mas a história está, infelizmente, repleta de sofrimento devido às violentas atrocidades desumanas e às grandes transformações sociais, fruto do conhecimento; tudo isto tem sido uma constante no caminhar humano.
O homem que não é religioso, sabe e reconhece que tudo é fruto do egoísmo e da perversidade do carácter humano. Aqueles que são religiosos, sabem que a palavra que se aplica à maldade, chama-se pecado, uma palavra teológica que tenta explicar o sofrimento. Apesar deste conhecimento, a explicação não traz conforto e paz ao coração do homem. A humanidade anseia por uma linguagem concreta de amor e esperança que vá ao seu encontro e lhe dê alento, na sua caminhada. Homens e mulheres querem viver em paz, uma vida digna, com sentido feliz, um velho sonho ainda por realizar.
Mas ao lermos a pergunta com que iniciamos esta reflexão, Onde estava Deus?, lembrámo-nos do percurso de Jesus Cristo, durante a Semana da Sua Paixão e Morte. Somos aí confrontados, de forma mais viva, com a violência e ódio da multidão que estão na base do sofrimento de Jesus.
Desde a sua prisão, até ao caminho do Calvário, Jesus, um homem bom e inocente, provavelmente julgado ilegalmente, segue solitário, no transporte da Sua pesada Cruz, sem que alguém tivesse tido, de entre a multidão, um gesto de carinho e de solidariedade.
A pouca e única ajuda, que acabou por receber, e isto porque foi reconhecido que Jesus estava esgotado física e psicologicamente, é a de um homem chamado Simão de Cirene, que não era seguidor de Jesus e que por ali passava, vindo do campo. É ele que, provavelmente, vindo do seu trabalho, compelido, carrega a Cruz, até ao fim, no Monte do Calvário. Recebeu um grande e honroso privilégio.
Mateus 27:32 , Marcos 15:21, Lucas 23:26.
Pouco se sabe do passado de Simão, também conhecido por cireneu. E o que se conhece, é que tinha dois filhos, Alexandre e Rufo, que eram seguidores de Jesus, cujos nomes aparecem no Novo Testamento, em
Marcos 15:21.


O sofrimento de Jesus e o sofrimento humano

Jesus está na Cruz. Olha os soldados no desempenho do seu trabalho profissional, insensíveis ao sofrimento dos crucificados. Eles aproveitam uma pausa para jogar os dados sobre a túnica de Jesus, para ver qual deles ficaria com os seus vestidos.
Mateus 27:35 e Marcos 15:24.
A multidão, que contempla a crucificação, na qual se destacam os doutores religiosos que ridicularizam Jesus, blasfema do Homem que espalhou a bondade, que ajudou muitos em várias circunstâncias, que restabeleceu a saúde a tantos outros e que deu vida aos mortos.
Esqueceram-se depressa da Sua mensagem em que sempre falou do grande Amor de Deus pelo homem e que renovou a esperança numa vida melhor, mais completa, a uma humanidade desiludida e prisioneira do pecado. Jesus está preso na cruz, ferido e solitário.
Mateus 27:36ss; Marcos 15:24ss; Lucas 23:33ss; João 19:18ss.
Ao relermos e meditarmos nesta triste situação, fica-nos continuamente uma pergunta tão angustiante e perturbadora, que tem sido feita em sucessivas gerações: “Se Deus existe, como explicar o mal? Se Deus não existe, donde vem o bem?”
É-nos impossível imaginar a agonia e o sofrimento atroz de Jesus, quer físico, quer psicológico, a avaliar pela sua 4ª.palavra: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Como deve ter sido grande a Sua agonia. Naquela hora pesou sobre si o pecado do mundo inteiro e Jesus percebeu que Deus, o Seu Pai, a quem chamava Aba – Paizinho – retirava dele a sua face.
Marcos 14:36 e Marcos 15:34.
Torna-se evidente, que o sentido deste clamor de Jesus está além da compreensão humana. Quem pode sondar a profundeza da relação íntima entre o Pai e o Filho Amado, que nunca se interrompeu?
Neste clamor a Deus, a quem Jesus, pela primeira vez, não chama Pai, percebe-se que é possível ser-se abandonado por Deus, por algum tempo, mas simultaneamente amado por Ele, porque Jesus nunca deixou de falar em Deus.
O clamor de Jesus, ao pronunciar o texto de
Salmo 22:1, assume inteiramente todo o seu conteúdo de sofrimento e, ao mesmo tempo, de esperança inabalável no Pai. É um Salmo de lamento profético, que Jesus conhecia muito bem, porque se refere ao Messias que sofre.
E, ao lê-lo, podemos entender, não só uma referência ao sofrimento de Jesus, mas também de todos os que estão em tribulação, mas que esperam justiça, como seu socorro final. No
Salmo 22, versículo 24, lemos: “Porque (Deus) não desprezou nem abominou a aflição do aflito, nem escondeu dele o seu rosto; antes, quando ele clamou, o ouviu. E mais adiante, no versículo 26: Os mansos comerão e se fartarão; louvarão ao Senhor os que o buscam: o vosso coração viverá eternamente.
E se a Jesus aconteceu esta dolorosa experiência, sendo Ele a Cabeça da Igreja,
Efésios 1:22 também pode, às vezes, em certo sentido, ser esta uma experiência do povo de Deus, na riqueza, saúde, solidão e nas provocações da vida.
Lembremo-nos da experiência de Job, um servo amado de Deus, a quem O Senhor permite passar por uma grande tribulação, sem que Deus o perca de vista. E como sabemos, Job era um homem inocente, que amava Deus e nunca deixou de o amar, embora não pudesse compreender a razão do seu tão grande sofrimento.
Jesus, ao clamar em alta voz, identifica-se inteiramente, não só com todos os pecados do mundo, que tem trazido sofrimento indescritível ao homem, mas também expressa, de uma forma peculiar, a angústia dos pobres, dos fracos e excluídos deste mundo, que estão inocentes, que vivem desamparados nas bermas dos caminhos agrestes da vida e que são excluídos dos bens económicos e culturais deste mundo. Eles são sacrificados nos altares das exigências materialistas daqueles que vivem insensíveis à miséria dos fracos e doentes que jazem à porta das suas casas, tal como Jesus nos assinala na parábola do rico e Lázaro.
Lucas 16:19/31

Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?

Marcos 15:37, encerra a descrição do sofrimento de Jesus, quando nos diz: E, Jesus dando um grande brado, expirou.
Não era normal um crucificado ter energia suficiente para dar um grande brado. Para um homem crucificado e exausto, o normal seria um desmaio, sem nenhum outro sinal de energia.
Mas a morte de Jesus não é uma morte típica. O Evangelista Marcos refere os estranhos sinais da natureza, que se identifica com a angústia do seu Criador, como as trevas que cobriram a terra durante três horas (
Marcos 15:33), do véu de tecido forte do templo, que se rasgou em dois de alto a baixo, e em que ... abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam foram ressuscitados, e …saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. Mateus 27:52/53
O centurião romano representante da autoridade Imperial declara: Verdadeiramente este era Filho de Deus.
Mateus 27:54. Ao fazer esta declaração, põe em causa a Teologia dos deuses do Império Romano e abre o caminho ao reconhecimento dos gentios ao Evangelho de Jesus.
O Apóstolo Paulo no ano 55, quando vivia em Éfeso, meditando em todos estes relatos dos Evangelhos, escreveu à Igreja de Corinto, na sua primeira carta, numa esplêndida frase cheia de sabedoria:
I Coríntios 15:54 .

Tragada foi a morte na vitória

PR.Gilberto Gomes e ministro do evangelioConferencista interncional , ,Bacharel em teologia pelo (SEBEMG), telogia de Missões(AMEM)Pastor do ministério das Assembléia de Deus de Madureira em espanhaNa cidade Roses (Gerona) na cidade SAlt(gerona)

A intimidade do casal de namorados


A intimidade do casal de namorados

É comum que um casal de namorados concorde com qualquer conceito que favorece o relacionamento deles. Mas, se algo dificulta usufruir do grande amor que um tem pelo outro, então isso não é bem-vindo, mesmo que venha da Bíblia e de Deus. Os apaixonados são cúmplices, se entendem muito bem e acham que ninguém é capaz de compreender a dimensão do amor que têm.Alguns casais acham que ter relações sexuais no namoro, é um meio de se conhecerem melhor e provarem o amor mútuo, mesmo que esse seja um argumento simplista demais. Pelo fato de namorarem a alguns meses, acham que “se conhecem muito bem”. Muitos quando começam o namoro, não concordam com isso, mas, como “o amor é cego”, com o tempo esse pensamento cai por terra. Os anticoncepcionais facilitam essa prática.Quando o casal está de acordo, essa aventura se concretiza facilmente. Porém, o que muitos não sabem é que na hora mais esperada as coisas não acontecem como imaginadas. A falta de experiência, o sentimento de culpa, o medo de serem descobertos e a necessidade de manterem o fato escondido, se torna um tormento e não um prazer. Sem falar na possibilidade de uma gravidez indesejada e possíveis doenças sexualmente transmissíveis. E aí, aquilo que poderia ser um prazer, pode se tornar um terror que poderá permanecer por toda a vida, pois a consciência é a única namorada da qual jamais poderemos nos livrar. Quanto à falta de experiência, ninguém precisa treinar para isso, ela acontece naturalmente no casamento. Os órgãos genitais não se atrofiam e facilmente se ajustam, pois são feitos de músculos.A chamada “prova de amor” com o sexo antes do casamento, é exatamente falta de amor. A Bíblia diz que “o amor não pratica o mal contra o próximo” (Rm 13.10). E o sexo no namoro é um mal a si e ao próximo, pelas razões já citadas e tantas outras. A desconfiança paira na relação. Se ele e ela não foram capazes de esperar até o casamento, poderão suportar um caso dentro casamento? Se não foram capazes de dizer “não” antes do casamento, qual será a resistência para não dizerem um outro “sim” fora do casamento? Que modelo darão aos filhos ao ensinarem os bons princípios de conduta nessa área? É claro que Deus perdoa esse pecado, mas a cicatriz fica.A intimidade do casal deve ser no coração, não nos órgãos genitais com carícias e relações sexuais. Um casal de namorados que não desenvolve uma verdadeira amizade, se torna mais vulnerável, mesmo depois do casamento. O calor da paixão na adolescência é pouco consistente como prova para os anos seguintes. Essa é uma fase de mudanças rápidas no corpo e nas emoções. Sabe-se que um adolescente pode se apaixonar em média até cinco vezes antes de completar vinte anos. Cada um deve se guardar para aquela pessoa com a qual se viverá por toda a vida depois do casamento.Volto a citar os anticoncepcionais, para dizer que eles não fazem bem para uma menina adolescente. Por impedir a ovulação, eles alteram o ciclo menstrual, podendo até provocar esterilidade. Se o uso de pílulas acontecer por muito tempo, a moça poderá ter sua menstruação completamente interrompida, exigindo um complexo tratamento posterior. Em nome do amor paixão, não compensa abusar do próprio corpo com pílulas e práticas sexuais com uma pessoa que você não tem aliança com ela. A satisfação de alguns minutos não podem superar a tortura de dias, meses e anos pela frente. Por mais que se queira negar, é impossível viver em paz no pecado.As implicações das intimidades físicas no namoro são muito abrangentes. Os pais não concordam e sofrem com elas na vida de seus filhos. Que amor é esse que provoca lágrimas quentes no rosto de uma mãe e de um pai com uma filha que perdeu a virgindade com o namorado, ou com uma gravidez inesperada? Que pai ou mãe se orgulha de ter um filho com fama de garanhão? Quem gostaria de conviver com lembranças indesejadas quando na cama com seu cônjuge e lembrar de outras relações sexuais com uma pessoa que faz parte do passado?. Ouvi certa vez o testemunho de grande homem Deus que dizia assim: " Ela foi minha primeira namorada e eu fui seu primeiro namorado. Éramos adolescentes quando começamos o namoro, sem experiências e muitas instruções, mas Deus nos preservou maravilhosamente com sua graça. Eu tenho dito que não temeria mostrar literalmente o filme de nosso namoro para ninguém. É verdade que tivemos nossos momentos quentes de emoções fortes, mas nada que nos comprometesse à luz dos padrões de Deus revelados em sua Palavra, a Bíblia. O que nos ajudou a ter um namoro positivo, foi o nosso compromisso com Deus e o seu Reino. Sempre fomos envolvidos com a obra do Senhor, líamos a Bíblia e orávamos juntos. Isso certamente fez a diferença.Estou escrevendo sobre a intimidade dos namorados, mas não posso deixar de mencionar a importância da intimidade dos pais com seus filhos. Não tenho dúvidas em afirmar que muitos namoros indecorosos são reflexos de filhos carentes de afeto e amor por parte de seus pais. Todos nós temos uma espécie de balão emocional. Os pais são os primeiros responsáveis em manter esse balão cheio na vida de seus filhos. Isso acontece na vida comum do lar, com palavras, ações e reações. Quando a criança cresce e chega à adolescência com esse balão vazio, ela se torna presa fácil em uma paquera e pouco se faz necessário para ela se entregar incondicionalmente a alguém, devido o vazio que precisa ser preenchido. Antes de qualquer outra coisa, o jovem quer amizade, afeto, respeito, carinho. Quando ele tem isso, muitas vezes não acontece a intimidade física no namoro. Ela é reservada para o casamento.A intimidade física no namoro não compensa. O que é feito em nome do amor, tantas vezes acaba com a auto-estima. Muitas moças engordam muito na adolescência com o uso de anticoncepcionais. Isso sem falar em muitos gastos na tentativa de superar as conseqüências de uma decisão sem sabedoria. Ninguém terá uma vida sexual saudável fora do casamento. Deus estabeleceu isso e ninguém será capaz de mudar. Quando tentamos quebrar as leis, na verdade estamos quebrando a nós mesmos.Acima de tudo, a intimidade do casal deve ser com Deus. A Bíblia diz: “O SENHOR confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14). E mais: “Deleite-se no SENHOR, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.4-5). Deus deve ser o centro de um namoro abençoado. Se ele for colocado em primeiro lugar, o casal terá toda a direção, sabedoria e equilíbrio para lidar bem com todas as situações. O prazer da comunhão com Deus nunca pode ser subestimado pelo prazer da intimidade no namoro. Se assim for feito não será Deus que atenderá os desejos do nosso coração, mas nós mesmos satisfazendo os desejos carnais, egoístas e contrários à vontade de Deus, o que só trará tristezas, mesmo que precedidas de efêmeras alegrias. Quem tem intimidade com Deus, tem intimidade certa, na hora certa, com a pessoa certa devidamente. Não devemos nos amoldar ao padrão de namoro deste mundo, mas nos mantermos firmes na Palavra de Deus, renovando a mente com tudo o que for verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, de boa fama, e tudo o mais que for excelente e digno de louvor (Rm 12.2; Fp 4.8).

Missôes: sorria


Missões: sorria, você está sendo visto por Deus!

“Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá”. Sl 139.7-10.

Com certeza você já assistiu a um reality show, aqueles programas de TV em que os participantes estão sendo vistos e ouvidos todo o tempo, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Ou já se sentiu em um desses programas quando você entra em um elevador ou no banco, e até em algumas ruas, todos repletos de câmeras monitorando nossos passos.

Não há privacidade, não há como se esconder, em todos os lugares lemos: “Sorria, você está sendo filmado”.

O homem sem Deus age como se Deus não tivesse o poder de saber o seu agir. Essa afirmação só pode ser aplicada para o ímpio, nunca para os crentes. A Palavra de Deus diz que o homem natural não conhece, não entende Deus: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente”. 1 Co 2.14.

O homem natural, sem Deus, age como Adão, como Jonas, achando que seria possível fugir da presença de Deus, como se fosse possível Deus não saber onde eles estariam, o que eles estariam pensando e o que eles teriam feito. Não há sigilo para Deus! O homem natural age dessa maneira por não conhecer o caráter de Deus, age assim por não ter temor a Deus e não ter a mínima idéia do que acontecerá depois de sua morte.

E o homem espiritual? Ele é diferente!”Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? Nós, porém, temos a mente de Cristo”. 1 Co 2.15-16. Como homem espiritual o crente discerne todas as coisas e tem a mente de Cristo. Isso quer dizer que sabemos que Deus conhece tudo sobre nós e temos condições de saber tudo o que Deus quer que saibamos sobre Ele, através da sua Palavra e da nova mente que ganhamos na conversão, a mente de Cristo.

Eu chego à conclusão de que somos infinitamente mais tolos que os ímpios. Eles não têm a mente de Cristo, nós temos. Eles não discernem as coisas espirituais, nos discernimos.

Somos ainda mais tolos porque sabemos que nada pode ser escondido de Deus e agimos como isso fosse possível. Posso imaginar algumas desculpas que damos a Deus. Senhor, eu não tenho condições de dar uma oferta expressiva para Missões Nacionais, eu preciso comprar algo que eu não posso ficar sem, eu tenho que priorizar outras coisas que são muito importantes para minha família. As desculpas podem ser consideradas como razoáveis, mas Deus que conhece tudo, inclusive as nossas intenções, sabe que não são verdadeiras, a ponto de se tornarem prioridade em detrimento a uma oferta missionária sacrificial.

Não sejamos tolos em mais uma oportunidade de darmos uma oferta expressiva para Missões Nacionais. Não vamos ser mais tolos que os ímpios. O nosso Deus sabe tudo o que pensamos, inclusive quando fechamos nossos ouvidos à Sua voz. Saiamos do estado de tolice, pois não há a mínima possibilidade de sigilo para Deus.

PR.Gilberto Gomes e ministro do evangelioConferencista interncional ,Bacharel em teologia pelo (SEBEMG), teologia de Missões(AMEM)Pastor do ministério das Assembléia de Deus de Madureira em espanhaNa cidade Roses (Gerona) na cidade SAlt(gerona

IMAIL:gilbertogomesns@hotmail.com

Sexo : quem ama espera! Você esta disposto?


Sexo: quem ama espera! Você está disposto?






Vivemos atualmente em uma cultura obcecada pelo sexo. As empresas de publicidade aproveitam esta força para atrair o público e vender seus produtos. Este interesse universal está sendo hoje explorado em detrimento da cultura e da sociedade. Vemos a decadência na perda da virtude e no endurecimento da sensibilidade moral dos jovens. Todo pecado começa na mente. Os pensamentos provocam ações. Os pensamentos estimulam as emoções e estas debilitam a vontade. A vontade responde às insinuações dos pensamentos e das emoções.

A Bíblia está cheia de ensinamentos sobre sexo. Por que tantas pessoas caem em pecados sexuais? Temos muitas e muitas razões para poder dar uma resposta mediante a esta pergunta, no entanto, dentre tantas, as razões ou motivos que são mais encontrados entre os jovens hoje em dia são:

1) Covardia: diante da ?pressão da turma?, alguns jovens caem neste pecado. Os ?amigos? lhes dizem: ?você não é homem?; ?todo mundo faz?; ?para que se guardar?; ?somente você ainda não fez?. E por covardia, medo, pressão da turma ele acaba fazendo sexo logo para acabar com essas gozações para consigo.

2) Avançar demais nas carícias: começam inocentemente tocando aqui e ali e quando menos se percebe os toques já são mais ousados e em lugares que antes eles sequer se atreveriam a tocar. Ao começar a avançar demais nas carícias ele percebe que não consegue mais parar e se envolve em sensações que não saberá mais como refrear e acaba por praticar o ato sexual.

3) Sentem-se apaixonados: alguns jovens praticam o ato sexual simplesmente pelo fato de que estão apaixonados por uma determinada pessoa e consideram isso um bom motivo para terem sexo. Afirmam que logo irão se casar mesmo, então por que adiar isso. Um tremendo erro, pois paixão nunca deve ser colocada como uma boa razão. Paixões passam. E paixões desenfreadas são como uma criança rebelde que precisa de disciplina e correção e não que sua vontade seja satisfeita.

4) Por ser excitante: quando o jovem entra em ação com as facetas desta misteriosa força criada por Deus, ele acaba se esquecendo de toda restrição moral por se sentir completamente envolvido num ?torvelinho? de emoções surpreendentes e perturbadoras, e essas emoções o arrastam para o inevitável ato sexual. O corpo corresponde ao excitamento e isto lhe vem como extremamente agradável e prazeroso. Logo mais tarde, descobre que tais emoções podem ser desastrosamente artificiais.

5) Ignorância: em muito dos sentidos, esta é a causa básica de muito dos tropeços e dos fracassos de nossa juventude. Porém, em se tratando de sexo, aparentemente todos acabam aprendendo de um jeito ou de outro. A ignorância aqui é que após se envolverem não conseguem mais parar. Acham que podem refrear este instinto quando quiserem, porém, na hora, percebem que não é bem assim.

6) Rebeldia: muitos adolescentes e jovens por serem extremamente rebeldes descaradamente ou abertamente resolvem praticar o ato sexual. Não se preocupam com o que outros pensam, querem apenas satisfazer o desejo de sua carne.

Muitos perguntam: É ou não é permitido ter relações sexuais antes do casamento? A resposta é um sonoro NÃO! A existência de um desejo não justifica sua satisfação ilimitada. Há limites e estes limites são fixados por Deus até mesmo na natureza criada por Ele. O sexo foi feito para ser expresso e experimentado. As relações sexuais são lógicas mas o sexo dever usado com responsabilidade. Seu lugar segundo o plano de Deus é dentro do matrimônio.

A única coisa que você aprenderá através da prática do sexo antes do casamento é que os resultados da rebelião contra a vontade de Deus são sempre amargos. A única e desagradável lembrança que permanecerá gravada em seu subconsciente será a sordidez do seu egoísmo. Você terá mesquinhamente usado o corpo de outro ser humano para satisfazer o seu ego enfermo e irá arrepender-se disso até o túmulo (2Tm 2.22).

Se alguém não tenta enquanto é solteiro, não fracassará ao casar-se? Como um jovem pode saber se é capaz de ser um esposo(a) se não pratica antes?? Perguntas como estas e semelhantes a estas são feitas ao milhares e muitos a fazem com certa sinceridade, outros apenas para darem uma desculpa para a prática da relação sexual antes do casamento. Veja como Satanás é por demais astuto (2Co 11.14,15). Deus nos criou e nos moldou de tal maneira que o jovem e a jovem poderão desfrutar deste dom maravilhoso de Deus, o sexo, no matrimônio. E os comprometidos? E aqueles que já são noivos? Por meio de várias das pesquisas realizadas, a grande maioria dos compromissos que são desfeitos se rompem precisamente porque uma das partes está com sentimentos de culpa por terem cometido o ato sexual. Suas consciências foram contaminadas por meio das levianas e frívolas atitudes sexuais de um para com o outro. Essa consciência e essas atitudes provocam o rompimento do compromisso. O fato de se estar noivo não é motivo para ter relações sexuais entre si (Gl 5.21; Hb 13.4).

A pureza é bela! Um dos maiores presentes que se pode levar para um casamento! A beleza da santidade de um jovem deve ser se guardar para seu cônjuge e praticarem o ato sexual apenas na noite de núpcias.

O jovem ambiciona ter um casamento feliz e sonha com um bom noivado e um casamento melhor possível. O rapaz sonha com uma moça de boa educação, bonita, de convicções firmes. Acima de tudo, a noiva dos seus sonhos é pura. Já a moça, sonha com um rapaz maduro, que seja um bom líder espiritual, puro e que tenha um bom caráter. Quem ama, espera!

Graças a Deus por tais sonhos e lembre-se: quem ama, espera (1Co 7.1-5).