domingo, setembro 20, 2009

MARTINHO LUTERO (1483-1546)


MARTINHO LUTERO (1483-1546)



Era um destacado monge agostiniano, doutor em teologia e pregador na cidade de Wittemberg, quando ocorreu uma grande transformação em sua vida. Ele mesmo contou: Desejando ardentemente compreender as palavras de Paulo, comecei o estudo da Epístola aos Romanos. Porém, logo no primeiro capítulo consta que a justiça de Deus se revela no Evangelho (vs 16 e 17). Eu detestava as palavras “a justiça de Deus”, porque conforme fui ensinado, eu a considerava como um atributo do Deus santo que o leva a castigar os pecadores. Apesar de viver irrepreensivelmente, como monge, a consciência perturbada me mostrava que era pecador perante Deus. Assim odiava a um Deus justo, que castiga os pecadores… Senti-me ferido de consciência, revoltado intimamente, contudo voltava sempre ao mesmo versículo, porque queria saber o que Paulo ensinava. Contudo, depois de meditar sobre esse ponto durante muitos dias e noites, Deus, na sua graça, me mostrou a palavra “o justo viverá da fé”. Vi então que a justiça de Deus, nessa passagem, é a justiça que o homem piedoso recebe de Deus pela fé, como dádiva. Então me achei recém nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a justiça de Deus. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso.

Em outubro de 1517, Lutero afixou à porta da Igreja do Castelo de Wittemberg as 95 teses, o teor das quais é que Cristo requer o arrependimento e a tristeza pelo pecado e não a penitência. Lutero afixou as teses para um debate público, na porta da igreja, como era costume nesse tempo. Estas teses, escritas em latim, foram logo traduzidas para o alemão, holandês e espanhol. Logo, estavam na Itália, fazendo estremecer os alicerces de Roma. Foi desse ato de afixar as 95 teses que nasceu a Reforma.

Um ano depois de afixar as teses, Lutero era o homem mais popular em toda a Alemanha. Quando a bula de excomunhão, enviada pelo Papa, chegou a Wittemberg, Lutero respondeu com um tratado dirigido ao Papa Leão X, exortando-o, no nome do Senhor, a que se arrependesse. A bula do Papa foi queimada fora do muro da cidade de Wittemberg, perante grande ajuntamento do povo.

Lutero era um erudito em hebraico e grego, o que facilitou sua grande obra, a tradução da Bíblia para o alemão. Ele mesmo escreveu para o seu povo: Jamais em todo o mundo se escreveu um livro mais fácil de compreender do que a Bíblia. Comparada aos outros livros, é como o sol em contraste com todas as demais luzes. Não vos deixeis levar a abandona-la sob qualquer pretexto. Se vos afastardes dela por um momento, tudo estará perdido; podem levar-vos para onde quer que desejam. Se permanecerdes com as Escrituras, sereis vitoriosos.

Depois de abandonar o hábito de monge, Lutero resolveu deixar por completo a vida monástica, casando-se com Catarina von Bora, freira que também saíra do claustro, e geraram seis filhos.

sexta-feira, julho 31, 2009

UMA IGREJA CUJOSM LÍDERES SE PERDERAM

Uma Igreja Cujos Líderes Se Perderam

180px-Spurgeon Quem quer que conheça um pouco da história recente da Igreja e dos grandes avivamentos ocorridos a partir do século XIX, na Europa (berço de protestantismo) e nos Estados Unidos da América, lembrar-se-á de grandes pregadores, tais como Charles Haddon Spurgeon, Charles Finney e Dwight Lyman Moody.

Esses nomes e muitos outros fazem parte da galeria dos modernos heróis da fé. Ler suas biografias é uma verdadeira inspiração para os nossos corações, um tanto empedernidos pelas mazelas das igrejas evangélicas deste século XXI.

Os três nomes aqui citados (Spurgeon, na Inglaterra; Finney e Moody, nos Estados Unidos) foram, além de evangelistas, extremados e corretos líderes de igrejas.

Os seus sermões (impressos até hoje) e as suas realizações falam por si só, não apenas de suas vidas exemplares, mas, ainda mais, do caráter ilibado que cultivaram.

A COMPARAÇÃO INEVITÁVEL

Obviamente, ao falarmos desses homens, estabelece-se, imediatamente, em nossas mentes, a grande diferença entre eles e os atuais líderes de grandes denominações evangélicas; e nem é preciso que isso seja feito com igrejas lá da Inglaterra ou dos Estados Unidos, e sim, com aquelas aqui mesmo, do Brasil.

Ficamos, então, perguntando: Por que será que, se a Bíblia não mudou, mudaram tanto as prioridades dos líderes de hoje? E a pergunta nem mesmo se refere à mudanças culturais, que são naturais ocorrerem de uma geração para outra.

Temos consciência de que o verdadeiro homem de Deus da atualidade continua com a missão de interpretar a Revelação de Ontem para os crentes de Hoje. Esse é o ofício do profeta.

Mas as mudanças ocorridas são mesmo de natureza ética e moral.

O que vemos, em nossos dias? Por um lado, líderes que transformaram suas denominações numa espécie de "papado" eclesial evangélico e em "dinastias" onde se passa o "bastão" de pai para filho; que utilizam o voto de seus rebanhos como "moeda eleitoral" e que, dessa forma, vão se perenizando no poder.

Por outro lado, líderes que preferem mercadejar a Palavra, pregar um "Deus" que aceita barganhas, que concede "bênçãos de prosperidade e riquezas" a quem ofertar "sacrifícios" em dinheiro; que "faz diferença" entre o filho que "entrega" seus valores"pela fé" e aquele que nada tem a entregar.

A IDENTIFICAÇÃO COM A "PERSONA"

"Persona" é uma palavra latina, cujo significado é "máscara" (daí a palavra "personagem"), utilizada tanto pela linguagem teatral, como pela psicologia.

Em outras palavras, "persona" designa o papel desempenhado pela pessoa; ou no palco de um teatro, ou no teatro da vida.

Psicologicamente falando, é até saudável que a pessoa utilize sua "persona" para relacionar-se melhor com seus semelhantes no campo profissional ou mesmo afetivo.

O que, absolutamente, não é saudável (pelo contrário, passa a ser uma doença) é quando a pessoa passa a não perceber mais a diferença entre as duas coisas, identificando-se com sua persona.

Nesse ponto, ela literalmente se perde, pois não sabe mais identificar e diferenciar o "seu papel" e o seu "si mesmo".

Essa é a diferença, então, entre os líderes evangélicos de ontem e alguns dos líderes evangélicos de hoje.

Os "de ontem" sabiam perfeitamente que, embora o seu papel fosse o de grandes ganhadores de almas e pregadores de multidões,180px-Charles_Haddon_Spurgeon_by_Alexander_Melville pessoalmente eram homens simples, falhos e despojados, completamente dependentes da graça de Deus, para o cumprimento de sua missão.

Os de hoje, infelizmente, "se perderam", identificando-se com os seus papéis. Por causa disso,trocaram a graça e o poder de Deus, pelo fascínio do poder humano.

Em meio a isso tudo resta-nos, como uma janela de esperança que se abre, a constatação de que, para a glória de Deus e para a dignificação de seu Reino, o fato real e, realmente, encorajador, de que alguns líderes não se deixaram envolver por essa estranha "identificação".

Ao contrário, a despeito de seus carismas e do prestígio que alcançaram em meio a seus rebanhos; preferiram o caminho mais difícil, fazendo uma outra identificação: a identificação com os sofrimentos e com a simplicidade de Cristo, manifestados através do amor e do cuidado para com a suas ovelhas.

São, para a nossa alegria e fortalecimento de nossa fé, as "vozes solitárias" que ainda clamam no deserto.

Soli Deo Gloria

sexta-feira, junho 05, 2009

"Iluminati


O Apóstolo Paulo, na Epístola aos Efésios cap. 6.10-18, nos adverte sobre estarmos equipados com toda a armadura de Deus. Já na Epístola aos Colossenses Cap.2.8 ele nos alerta: "Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não de Cristo".

Na segunda Epístola aos Tessalonicenses cap. 2.1-4, ele continua a falar: "Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e pela nossa reunião com Ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o Dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus".

Quem são os "Illuminati"?

No Latim arcaico, "Illuminati". No plural "Illuminatus" (aquele que é iluminado), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos, outros modernos, poucos verdadeiros e muitos fictícios. Contudo o termo "Illuminati" tem sido empregado específicamente para referir-se aos "Illuminati" da Baviera. Refere-se a uma organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente. O nome "Illuminati" é algumas vezes empregado como sinônimo de Nova Ordem Mundial.

Os "Iluminati", segundo acreditam, são seres iluminados pela luz de Lúcifer. Eles buscam a "imortalidade" espiritual através de práticas de magia negra, incluindo sacrifícios humanos.

Há indícios que já em 1.090, Hassan I Sabbah fundou a seita Ismaelita, ou Haxixinos( origem da palavra assassinos ). Eles usavam o Haxixe ( derivado da planta canabis ).

No século XV o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada, mas secreta, como resultado de um estado alterado de consciência ou "Illuminismo", ou seja, esclarecimento espiritual e psíquico.

Adam Weishaupt fundou em 1.776 o "Illuminati" na Baviera. Adam era um maçon (membro da maçonaria ) de ascendência judaica.

Os líderes da revolução francesa eram maçons e "Illuminati", ou os seus agentes e seguidores o eram. Levaram a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã.

"Illuminati", maçonaria e ainda outras seitas são ramificações de uma mesma origem.

Atualmente essa ordem está espalhada por todo o mundo. Muitos membros dos governos, são membros do "Illuminati", assim como o são da maçonaria.

Weishaupt fundou a ordem "Os antigos sábios Iluminados" na Baviera (Alemanha ) em 1° de maio de 1.776, depois de estudar os ensinos de Hassan I Sabbah, curiosamente o 1° de maio é o dia escolhido para celebrar o dia do trabalhador.

"No Brasil"

Aquisitores é o nome genérico dado a alguns grupos dissidentes que surgiram com a atuação dos "Illuminati" no Brasil. Sua origem está quase sempre relacionada à renúncia de Jânio Quadros, o presidente que renunciou por não aguentar o peso das "forças terríveis" (forças ocultas). E a instauração do regime militar em 1.964.

O nome aquisitores é uma referência à prosperidade financeira e a atuação de seus membros na economia do País, especialmente na região de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde sua influência resultou na próspera fase pela qual passou a região na década de 70, no movimento metalúrgico e na posterior eleição do presidente Lula.

Durante a ditadura militar, até pouco depois de 1.985 , os membros brasileiros dos "Iluminati" se organizaram em dois grupos inimigos e teóricamente independentes dos "Iluminati" da Baviera. Ambos passaram a reinvidicar o antigo nome do grupo como sendo os únicos e verdadeiros aquisitores.

Há uma pressão muito grande, para que o presidente Lula permita que se abra os arquivos da ditadura, e de uma vez por todas, que se prove que o ex presidente Jango (João Goulart) morreu envenenado. O pedido ao governo brasileiro, foi acompanhado pela gravação de uma entrevista feita por João Vicente Goulart, filho de Jango, com o uruguaio Mario Neira Barreiro, de 53 anos, que atualmente cumpre pena em penitênciária gaúcha, por roubo, formação de quadrilha e posse ilegal de armas. Barreiro descreve seu trabalho no grupo Gama, o serviço de inteligência uruguaio, nos anos de 1.970, e detalha a operação Escorpião (subordinada à Condor), que teria levado ao assassinato de Jango por envenenamento, mediante a adulteração de seus medicamentos de uso contínuo, pois era cardiopata.

" Seus Objetivos "

Por fim aos governos: Erradicar e abolir as monarquias ou outras formas de governo que não se ajuste aos seus preceitos.

Por fim as propriedades privadas: O objetivo consiste em conseguir poder econômico para os membros da irmandade, e nas redes que esta gerou.

Por fim ao conceito de nação: É preciso erradicar a multiplicidade de nacionalidades. È melhor um só grande Império, uma só grande Pátria.

Por fim à família: Eles não acreditam no matrimônio, nem no conceito Cristão de família. O objetivo é falar de famílias livres, sem vínculo sacramental marcado pela Igreja.

Por fim às religiões: As crenças religiosas são consideradas como uma forma de distração, ao mesmo tempo, é um perigoso elo com o poder inimigo.

Seus símbolos

Um de seus símbolos mais famoso é a pirâmide com olhos que tudo vê,(olho de Lúcifer). Este símbolo é tão real que pode ser visto na notas de 1 dólar.

Por cima da pirâmide consta a frase em Latim "Annuit Coeptis"(Ele tem favorecido os nossos empreendimentos) ele provavelmente se trata de Lúcifer.
O olho significa também uma alegoria à capacidade deles estarem simultanêamente em todo lado.

Abaixo da pirâmide pode se ler "Novus Ordo Seclorum" ( Nova Ordem Mundial ).

Nós Cristãos temos que estar cada dia mais aprofundados na palavra de Deus, para não cairmos nas ciladas do inimigo de nossas almas.

Devemos estar apercebidos para os sinais do grande Dia do Senhor, ainda mais que vemos o cenário mundial preparado para que o anti Cristo assuma o seu lugar. Devemos olhar pra tudo isso e sabermos que a nossa redenção está próxima, pois este mundo em breve não será digno da presença da Igreja de Cristo

segunda-feira, maio 18, 2009

A tristeza que precede o avivamento


A tristeza que precede o avivamento

* Todo período que antecede o avivamento é marcado por afastamento de Deus, intensidade da idolatria, religiosidade nominal e angustia espiritual.

* Na história de Israel não foi diferente, em Êxodo 14, Deus abre o mar vermelho mostrando a sua soberania, majestade e graciosidade em libertar o povo contemplado por Ele com um pacto, uma aliança (tema central do livro do Êxodo) e mesmo assim o povo comete idolatria.

* No capítulo 32 o povo vendo que Moisés demorava a voltar do monte incentiva a adoração a um bezerro de ouro violando a aliança com Deus. Esta atitude tem conseqüências severas no relacionamento do povo do deserto com o Deus da aliança.


Doutrina: O avivamento é precedido por um período de sequidão espiritual no meio do povo de Deus, o povo da aliança. Nós podemos aprender duas lições deste período de seca espiritual.


1 - A tristeza que precede o avivamento é marcada pela violação do pacto e da aliança que Deus fez com seu povo (1-6):

O tema central do livro do Êxodo é que Deus pactuou com um povo escolhido soberanamente (Reino) e graciosamente fazendo uma aliança com este povo, lhe enviando um mediador, a saber, Moisés.

A Confissão de Fé Batista de 1689 disserta no capítulo 7 parágrafo 1 o pacto de Deus:

“1. A distância entre Deus e a criatura é tão grande que, embora as criaturas racionais lhe devam obediência, por ser Ele o criador, elas jamais poderiam alcançar o Dom da vida, senão por alguma condescendência voluntária da parte de Deus.1 E isto Ele se agradou em expressar por meio de um pacto com o homem.”

1. - A violação do pacto tem conseqüências no relacionamento do povo com Deus ( vs 1-3):

Por causa da imputação do pecado de Adão a toda humanidade, pois Adão era o representante e o cabeça legal da humanidade no Éden, a humanidade se encontra separada de Deus (Rm 3:23). A aliança ou pacto é a demostração do amor de Deus para escolher um povo para adora-Lo e glorifica-Lo e este povo recebe uma ordem da parte Dele.

No verso 1 , Deus lembra a promessa (aliança) feita com Abraão, Isaque e Jacó. Esta aliança vem desde Noé, renovada com Davi e tem seu cumprimento em plenitude na pessoa e na obra de Jesus Cristo. A promessa é confirmada no verso 2 com a destruição dos inimigos de Israel.

No verso 3 vemos uma conseqüência do pecado, que é a obstinação, a temosia, o ser “cabeça dura” com as coisas de Deus que é uma tendência, uma inclinação inerente a nossa natureza pecaminosa. Deus se revela irado com esta atitude do povo. A obstinação foi a causa da violação do pacto.


2. - A violação do pacto faz com que Deus discipline Seu povo (vs 4-6):

A disciplina de Deus trás lamentação e tristeza ao povo (vs 4).

Deus disciplina quem ama. (Pv 3:11-12 e Hb 12:5-6). Deus revela a sua misericória (não dar aquilo que o povo merece, termo intercambiável com graça ; que significa favor imerecido, dar aquilo que o povo não merece) em não destruir aquele povo porém o disciplina (5-6).

Aplicação:

1 - Em Jesus Cristo, mediador da nova aliança nós caminhamos rumo à terra prometida - a nova criação de Deus - a restauração da criação, o descer dos novos céus e nova terra quando o Senhor Jesus voltar em glória e majestade.

2. - Enquanto não chegamos, continuamos a lidar com nossa natureza adâmica e pecaminosa sendo obstinados, teimosos e desagradamos a Deus com os nossos ídolos tanto como vidas individuais quanto igreja e comunidade do Senhor Jesus. “O coração humano é uma fabrica de ídolos” João Calvino.

3. - Devemos nos submeter a disciplina de Deus com alegria, porque é sinal de que Ele nos ama e por isso nós não somos consumidos (Lm 3:22-23).

4. - O nosso pecado como indivíduos e igreja coletiva deve causar quebrantamento, lamentação e tristeza em nós. Não devemos deixar que o pecado seja cauterizado em nós entristecendo a pessoa do Espírito Santo (Ef 4:30). A consequência do pecado está no próximo ponto:


2 - A tristeza que precede o avivamento é marcada por um afastamento da parte de Deus para com o Seu povo (7-11):

Por isso a tenda do encontro (7), “fora do acampamento” quer dizer que Deus não era com eles.

2.1 - Mesmo Deus entristecido com o povo, ainda sim na sua misericórdia e graça se revelava a Moisés, o mediador da aliança (Vs 8-9):

Deus usou meios extraordinários para falar com seu servo e com seu povo para revelar a sua vontade.

2.2 - Mesmo em tempo de seca espiritual da parte do povo, Moisés mantinha a sua intimidade com Deus (10-11):

Deus lhe falava como um amigo, “face-a-face” Deus sendo invisível tomou forma (antropomorfia) para se revelar ao seu servo.

Interessante a atitude do povo de reverenciar e adorar de pé enquanto Moisés estava na tenda.

Aplicação:

1 - Há períodos em que Deus retira a sua boa mão de uma igreja ou de um povo tendo em vista a quantidade de pecado e idolatria.

2 - Creio que Deus ainda use meios extraordinários para falar ao seu povo, mas esses meios são e devem ser confirmados pela revelação bíblica. A profecia no AT era infalível pois Deus se revelava de forma direta ao mediador. Na era neo-testamentária por causa da progressão da revelação escrita, os dons extraordinários são falíveis. Devem ser confirmados pela Bíblia, regulados pela Bíblia. Devemos ter cuidado com “profetadas” e extremo exagero no uso dos dons extraordinários no evangelicalismo brasileiro. Eu acredito que eles existem biblicamente. Mas há muitos exageros.

O puritano Benjamim Keach, mentor da Confissão Batista de 1689, estava no leito doente junto à um amigo Hanserd Knollys. Knollys virou para Keach dizendo que morreria e Keach viveria mais 15 anos. E de fato a história registra que isso aconteceu. Knollys morreu ali mesmo e Keach morreu 15 anos depois.

3 - Independente dos meios que Deus usa conosco devemos buscar intimidade com Ele e ouvir a sua voz. Oração e uso da Palavra de Deus são os meios usados pelo Senhor e pela pessoa do Espírito Santo para nos conduzir a um crescimento espiritual em nossa união com Cristo.

Todos são sacerdotes hoje e Cristo é o mediador e cabeça da igreja. Porém o NT regula a igreja na questão dos oficiais, dos presbíteros, dos pastores. Orem para que Deus encha o pastor desta igreja da Sua unção para proclamar a Palavra e para continuar a desenvolver com intensidade a comunhão com Deus em oração e a intercessão por vocês povo de Deus reunidos aqui e por toda igreja espalhada pela face da terra.

4 - Todo servo de Deus mentoreia alguém. Moisés treinou Josué filho de Num para a continuidade desta obra. Nós batistas temos resgatado o modelo de presbitério, colegiado e divisão de tarefas conforme revelado na Palavra refletindo de melhor forma a glória de Deus (Cf. Refletindo a glória de Deus, Mark Dever, Editora Fiel).

Conclusão:

Aprendemos que um sentimento de tristeza coletivo por causa do pecado e da idolatria toma conta do povo antes da visitação do Senhor no meio do seu povo. Foi e está sendo assim no desenrolar da história da salvação (história de Israel, Igreja primitiva e na história da igreja).

Orem por avivamento! Clamem por avivamento! Intercedam por avivamento! Peçam pela presença de Deus, pela visitação Dele neste lugar. Deus visita o seu Povo! Veremos isso no sermão de terça-feira no retiro na continuidade deste texto quando Moisés roga a presença de Deus se depara com a glória Dele. A Deus seja toda a Glória. Deus vos abençoe.

sexta-feira, maio 15, 2009

Jovem: controle-se

Jovem: controle-se!






O mundo tem ofertas mil para oferecer aos jovens e aos velhos, porém o público jovem é o mais focado. Boates, barzinhos, festinhas, turmas, grupos, “galerinhas”, amigos, amigas, rolos, ficantes e por aí vai.


Infelizmente, muitos têm cedido aos desígnios errôneos do coração. A grande maioria dos “influenciáveis” pelas armadilhas que o diabo tem plantado no mundo são os jovens que estão achando praticamente tudo normal e ainda encontram na Bíblia, possíveis explicações para seus erros e suas escolhas.


As pregações mais “linha-dura” sobre céu e inferno têm deixado a desejar em muitos templos das várias denominações, visto que a pregação da vida abundante e maravilhosa, na qual Deus apenas nos dá e dá... e dá mais ainda são muito mais atraentes do que aquelas nas quais esse “dar” de Deus vem seguido de uma coisa essencial: amar a Deus acima de QUALQUER coisa.


Voltando ao assunto, os jovens estão nas igrejas levando vidas superficiais e, muitas vezes, vazias repletas de falsos significados. Estão deixando os desígnios mundanos invadir suas vidas e suas mentes dia após dia e, infelizmente, muitas vezes não são alertados disso. A prudência não é mais uma das principais virtudes na vida dos jovens, sejam eles cristãos ou não.


O que está acontecendo? Realmente, não sei. Mas sei que isso não é o melhor caminho a ser seguido, pois Jesus é o único caminho. E se Jesus não tem sido o centro, o alvo principal, você, com certeza, não está indo pelo caminho correto. Pode ser que lá na frente, depois de passar pelas pedras, pelos espinhos, pelos buracos, pelas armadilhas, pelas trancas nas portas, pelos muros que terá de pular e por muito mais que o caminho que não é de Deus te levará, você encontre a verdade e a verdade vá te libertar. Porém, pode ser que no meio dessa caminhada aparentemente feliz e cheia de prazeres, você encontre a morte e Deus não poderá fazer mais nada por você.


A Palavra de Deus nos alerta no livro de Provérbios: A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos insensatos é engano. (Provérbios 14.8). Os sinais estão muito claros e a volta de Jesus é iminente. É bom se lembrar que ele não fará avisos da sua volta, nem dará tempo de você repensar seu caminho enquanto ele estiver descendo dos céus para buscar seus filhos.


Ore e entenda que o que Deus quer para seus filhos é o que há de melhor. Se é “crente” e precisa sair e curtir para se sentir “completo”, ou acha que precisa disso, pois sente a falta de algo em sua vida, provavelmente tudo isso que te falta e que as saídas semanais não conseguem suprir seja suprido por uma única atitude: aceitar Jesus realmente em sua vida.


Pense nisso e seja prudente!

terça-feira, maio 12, 2009

A logica na apologia




A Lógica é simplesmente uma ferramenta no arsenal do apologista Cristão...Lógica é de suma importância na apologia. Para defender a fé cristã, o Cristianismo tem que usar a verdade, os fatos, e a razão adequadamente. O apologista do Cristianismo deve escutar e analisar as objeções de seus antagonistas, e em seguida deverá fazer comentários fortes e racionais em resposta aos assuntos levantados. A Lógica é simplesmente uma ferramenta no arsenal do apologista Cristão; é um sistema de argumentar racionalmente. É o princípio pelo qual os pensamentos chegam a conclusões corretas. A apologética é aquela área na teologia cristã que acentua argumentos racionais para a existência de Deus e evidências de usos substanciais para as reivindicações bíblicas. Ela atrai a razão humana à evidência. Claro que, algumas pessoas são melhores na arte de pensar logicamente que outras, e não há nenhuma garantia que usando a lógica para melhorar a habilidade de argumentar com alguém, garantirá a conversão de tal pessoa por isso. Afinal de contas, a lógica não é o que salva a pessoa, mas sim Jesus Cristo através da ação do Espírito Santo! Então, o propósito no uso da lógica na apologia é remover barreiras intelectuais que impedem uma pessoa de aceitar o Jesus histórico como seu único e suficiente Salvador. Não cabe usar a Lógica como resposta para todos os problemas que enfrenta o Cristianismo, ou mesmo todas as objeções levantadas contra ele. Ela tem seus limites. Não pode garantir sabedoria. Não pode provar ou pode contestar a inspiração das coisas de Deus. Todavia ela é de fundamental importância para os apologistas. Os primeiros apologistas a usarem a lógica desta maneira a serviço do Cristianismo foram Agostinho, Anselmo, e Tomás de Aquino. Destacam-se como apologistas contemporâneos, Norman Geisler , William Craig, Gleason Archer. Jr, Josh MacDowell, para citar apenas alguns poucos. COMO OS OPONENTES DO CRISTIANISMO USA A LÓGICAUm oponente do Cristianismo poderia usar problemas de lógica como um tipo de evidência contra a existência de Deus. Considere esta objeção como exemplo: Proposição: Deus é Todo-Poderoso (pode fazer todas as coisas). Declaração: Deus poderia criar algo tão grande e pesado como uma pedra que nem mesmo Ele teria condições ou força para erguê-la.?Argumento: Já que Deus não pode criar uma pedra assim, então Ele não pode ser Todo-Poderoso. Agora, caso Deus conseguisse levantar essa pedra já não seria o Todo-Poderoso, visto não criar uma pedra pesada demais.Conclusão: Desde que Deus pode fazer todas as coisas e nós mostramos que há coisas que ele não pode fazer, então, Deus não existe. Analisando superfícialmente, esta lógica poderia ser difícil responder. Mas, tudo o que nós temos que fazer é pensar um pouco mais e poderemos ver que o problema levantado acima não é lógico. Contra argumentando: Quando dizemos que Deus é Todo-Poderoso, não queremos com isto dizer que Ele seja o “Todo-Poderoso-Absurdo”. É absurdo e impossível Deus criar uma pedra que Ele mesmo não consiga erguer. Deus não faz as coisas que seja impossível por definição. A pergunta de certa maneira não faz sentido, pois admitir que Deus pode criar tal pedra é admitir também que ele não pode tudo; e admitir que ele não pode criar a pedra é o mesmo que negar sua onipotência. Então, não se tem aí nenhum fundamento que possa dar margem a um raciocínio legítimo.Proposição: Deus não pode violar a própria natureza dele; quer dizer, Ele não pode ir contra o que Ele é naturalmente. Declaração: a natureza de Deus não Lhe permite mentir, não ser Deus, não ser Todo-Poderoso etc. Conclusão: Então, a declaração de que Deus pode fazer todas as coisas, não é verdade e a conclusão levantada contra Deus também não é verdadeira. ConclusãoNenhum argumento está isento de fraquezas e imperfeições. Muitas respostas lógicas elaboradas por apologistas foram refutadas por críticos inimigos do Cristianismo. Mas, os críticos não ficam sem receber respostas dos cristãos, em troca, aqueles refutaram as refutações destes e vice-versa. Isto acontecerá de um lado para o outro, num processo contínuo até Jesus voltar. Não obstante, Deus ordenou-nos a fazer o melhor possível para defender a fé cristã, e a lógica é um dos meios para se fazer isto. Não há nada a temer. Na realidade, se você aceita a verdade de que a lógica " pertence " a Deus, então isto deveria ser um incentivo para que possamos usa-la na defesa da fé cristã. Por outro lado, porém, não deixe que isto se torne um ídolo; quer dizer, não é a resposta a todos os problemas que enfrentamos. Na posição de evangelistas, e em nossos esforços para ganhar as pessoas para Jesus, precisamos usar a lógica, como também a evidência, oração, a palavra de Deus, amor, bondade, etc.

segunda-feira, abril 27, 2009

Cedro do rei


Num destes dias, encontrei algo interessantíssimo sobre louvor na Palavra de Deus! Salmos 60:6,7 diz: “Falou Deus na sua santidade: ... meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá é o meu cetro.” Todos nós sabemos que a palavra Judá significa ‘louvor’. Portanto, vamos traduzir: “Judá é o meu cetro” por “O louvor é o meu cetro”. Se formos tentar explicar o que é o cetro, usado nos tempos antigos, veremos que era um objeto que somente o rei possuía. Ele tem o formato de um bastão de ouro, com uma pequena bola na sua extremidade, também de ouro, e um pedra preciosa nela. Com o cetro, o rei autorizava pessoas a entrarem em sua presença ou não. O cetro era passado para as mãos de alguém, quando o rei queria lhe conceder poderes, ou em alguma cerimônia especial, para concessão de favor, indicando que a pessoa havia alcançado graça perante os olhos do rei. Quando alguém se aproximava do rei, em seu palácio real, primeiramente a pessoa tinha que saudar o rei, se ajoelhando perante ele, geralmente proferindo algum louvor ou elogio (ex. ‘vida longa ao rei’, ‘salve o rei’, ‘viva o rei para sempre’, etc). Após isto, o rei erguia o cetro ou o encostava sobre a pessoa, como sinal de que ela era aceita ali, perante a realeza. O cetro, então, era o que permitia, ou, dava permissão para que a pessoa permanecesse diante do rei ou não. Entendendo isto, e analisando o que Deus disse: “Judá é o meu cetro”, percebemos que isto tem tudo a ver com o que o salmista declarou: “Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor”. Deus não se agrada de corações ingratos. O contrário também é verdade: Deus se alegra com um coração agradecido, que bendiz, e sempre tem louvor em seus lábios. “Nos seus lábios estejam sempre os altos louvores de Deus”, é uma das muitas passagens, que poderíamos citar. Devemos entrar na presença do Rei com ações de graças. Devemos entrar nos átrios do Rei com hinos de louvor. Não devemos ser aqueles cristãos que só sabem murmurar, e que se aproximam do Rei somente para pedir. Lembre-se também, da história da rainha Ester. Quando ela se apresentou diante do rei Assuero, a Palavra diz que ela alcançou favor e benevolência aos olhos do rei mais do que todas as outras mulheres (2:16,17), e quando apresentou seu pedido, o rei levantou seu cetro, como uma indicação de que suas lágrimas e seu clamor foram ouvidos, e disse que o que ela desejava lhe seria feito (cap. 8). O cetro foi usado como um sinal de que ela havia sido recebida pelo rei, assim como o seu pedido. Então, podemos conectar os pontos, que Judá é o cetro de Deus, ou seja, o louvor é o que Deus reconhece como permissão para se apresentar diante Dele ou não. Meu querido, não deixe isto passar desapercebido. Isaías diz que nós somos o povo a quem Deus escolheu, povo que Ele formou para celebrar o Seu louvor. Não devemos nos achegar perante o Rei com um coração que murmura, mas com louvor, fruto de lábios que confessam o Nome Dele, sempre com ações de graça, agradecidos por tudo. Que como o salmista, possamos dizer: “Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (34:1) e também “A minha língua celebrará a tua justiça e o eu louvor todo o dia.” (35:28). Aleluia!

sábado, abril 25, 2009

Onde estava Deus?


Onde estava Deus?

Marcos 15:34 Eloi, Eloi, lama sabactâni? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Introdução:

Li, algum tempo, um curioso artigo, na Comunicação Social que me chamou a atenção, em que o seu Autor, cujo nome não fixei, falava do “tsunami” ocorrido na Ásia, em que pereceram mais de 200.000 pessoas. O seu artigo terminava com uma pergunta, que é um clássico clamor do homem impotente perante o sofrimento inexplicável: Onde estava Deus?
Esta idêntica pergunta, tem sido feita ao longo da história e continua a ser repetida nos dias de hoje, quer na Comunicação Social, quer ainda em livros, ou numa ou noutra celebração pública. A pergunta Onde estava Deus?, revela a grave crise do homem na sua caminhada histórica, reflectindo a sua posição dramática de crise ética e moral, nas suas relações sociais, com reflexos no mau desempenho da economia, que gera a desconfiança no futuro, empurrando muitos milhões de pessoas para o desemprego e miséria.
Apesar do forte laicismo, especialmente no Ocidente, assiste-se hoje ao fenómeno do ressurgimento religioso, que parece indicar ser uma forma de fuga ao futuro incerto e encontrar assim, - esperam os seus seguidores - um meio que proporcione algumas certezas, na incerteza da vida.
Mas a história está, infelizmente, repleta de sofrimento devido às violentas atrocidades desumanas e às grandes transformações sociais, fruto do conhecimento; tudo isto tem sido uma constante no caminhar humano.
O homem que não é religioso, sabe e reconhece que tudo é fruto do egoísmo e da perversidade do carácter humano. Aqueles que são religiosos, sabem que a palavra que se aplica à maldade, chama-se pecado, uma palavra teológica que tenta explicar o sofrimento. Apesar deste conhecimento, a explicação não traz conforto e paz ao coração do homem. A humanidade anseia por uma linguagem concreta de amor e esperança que vá ao seu encontro e lhe dê alento, na sua caminhada. Homens e mulheres querem viver em paz, uma vida digna, com sentido feliz, um velho sonho ainda por realizar.
Mas ao lermos a pergunta com que iniciamos esta reflexão, Onde estava Deus?, lembrámo-nos do percurso de Jesus Cristo, durante a Semana da Sua Paixão e Morte. Somos aí confrontados, de forma mais viva, com a violência e ódio da multidão que estão na base do sofrimento de Jesus.
Desde a sua prisão, até ao caminho do Calvário, Jesus, um homem bom e inocente, provavelmente julgado ilegalmente, segue solitário, no transporte da Sua pesada Cruz, sem que alguém tivesse tido, de entre a multidão, um gesto de carinho e de solidariedade.
A pouca e única ajuda, que acabou por receber, e isto porque foi reconhecido que Jesus estava esgotado física e psicologicamente, é a de um homem chamado Simão de Cirene, que não era seguidor de Jesus e que por ali passava, vindo do campo. É ele que, provavelmente, vindo do seu trabalho, compelido, carrega a Cruz, até ao fim, no Monte do Calvário. Recebeu um grande e honroso privilégio.
Mateus 27:32 , Marcos 15:21, Lucas 23:26.
Pouco se sabe do passado de Simão, também conhecido por cireneu. E o que se conhece, é que tinha dois filhos, Alexandre e Rufo, que eram seguidores de Jesus, cujos nomes aparecem no Novo Testamento, em
Marcos 15:21.


O sofrimento de Jesus e o sofrimento humano

Jesus está na Cruz. Olha os soldados no desempenho do seu trabalho profissional, insensíveis ao sofrimento dos crucificados. Eles aproveitam uma pausa para jogar os dados sobre a túnica de Jesus, para ver qual deles ficaria com os seus vestidos.
Mateus 27:35 e Marcos 15:24.
A multidão, que contempla a crucificação, na qual se destacam os doutores religiosos que ridicularizam Jesus, blasfema do Homem que espalhou a bondade, que ajudou muitos em várias circunstâncias, que restabeleceu a saúde a tantos outros e que deu vida aos mortos.
Esqueceram-se depressa da Sua mensagem em que sempre falou do grande Amor de Deus pelo homem e que renovou a esperança numa vida melhor, mais completa, a uma humanidade desiludida e prisioneira do pecado. Jesus está preso na cruz, ferido e solitário.
Mateus 27:36ss; Marcos 15:24ss; Lucas 23:33ss; João 19:18ss.
Ao relermos e meditarmos nesta triste situação, fica-nos continuamente uma pergunta tão angustiante e perturbadora, que tem sido feita em sucessivas gerações: “Se Deus existe, como explicar o mal? Se Deus não existe, donde vem o bem?”
É-nos impossível imaginar a agonia e o sofrimento atroz de Jesus, quer físico, quer psicológico, a avaliar pela sua 4ª.palavra: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Como deve ter sido grande a Sua agonia. Naquela hora pesou sobre si o pecado do mundo inteiro e Jesus percebeu que Deus, o Seu Pai, a quem chamava Aba – Paizinho – retirava dele a sua face.
Marcos 14:36 e Marcos 15:34.
Torna-se evidente, que o sentido deste clamor de Jesus está além da compreensão humana. Quem pode sondar a profundeza da relação íntima entre o Pai e o Filho Amado, que nunca se interrompeu?
Neste clamor a Deus, a quem Jesus, pela primeira vez, não chama Pai, percebe-se que é possível ser-se abandonado por Deus, por algum tempo, mas simultaneamente amado por Ele, porque Jesus nunca deixou de falar em Deus.
O clamor de Jesus, ao pronunciar o texto de
Salmo 22:1, assume inteiramente todo o seu conteúdo de sofrimento e, ao mesmo tempo, de esperança inabalável no Pai. É um Salmo de lamento profético, que Jesus conhecia muito bem, porque se refere ao Messias que sofre.
E, ao lê-lo, podemos entender, não só uma referência ao sofrimento de Jesus, mas também de todos os que estão em tribulação, mas que esperam justiça, como seu socorro final. No
Salmo 22, versículo 24, lemos: “Porque (Deus) não desprezou nem abominou a aflição do aflito, nem escondeu dele o seu rosto; antes, quando ele clamou, o ouviu. E mais adiante, no versículo 26: Os mansos comerão e se fartarão; louvarão ao Senhor os que o buscam: o vosso coração viverá eternamente.
E se a Jesus aconteceu esta dolorosa experiência, sendo Ele a Cabeça da Igreja,
Efésios 1:22 também pode, às vezes, em certo sentido, ser esta uma experiência do povo de Deus, na riqueza, saúde, solidão e nas provocações da vida.
Lembremo-nos da experiência de Job, um servo amado de Deus, a quem O Senhor permite passar por uma grande tribulação, sem que Deus o perca de vista. E como sabemos, Job era um homem inocente, que amava Deus e nunca deixou de o amar, embora não pudesse compreender a razão do seu tão grande sofrimento.
Jesus, ao clamar em alta voz, identifica-se inteiramente, não só com todos os pecados do mundo, que tem trazido sofrimento indescritível ao homem, mas também expressa, de uma forma peculiar, a angústia dos pobres, dos fracos e excluídos deste mundo, que estão inocentes, que vivem desamparados nas bermas dos caminhos agrestes da vida e que são excluídos dos bens económicos e culturais deste mundo. Eles são sacrificados nos altares das exigências materialistas daqueles que vivem insensíveis à miséria dos fracos e doentes que jazem à porta das suas casas, tal como Jesus nos assinala na parábola do rico e Lázaro.
Lucas 16:19/31

Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?

Marcos 15:37, encerra a descrição do sofrimento de Jesus, quando nos diz: E, Jesus dando um grande brado, expirou.
Não era normal um crucificado ter energia suficiente para dar um grande brado. Para um homem crucificado e exausto, o normal seria um desmaio, sem nenhum outro sinal de energia.
Mas a morte de Jesus não é uma morte típica. O Evangelista Marcos refere os estranhos sinais da natureza, que se identifica com a angústia do seu Criador, como as trevas que cobriram a terra durante três horas (
Marcos 15:33), do véu de tecido forte do templo, que se rasgou em dois de alto a baixo, e em que ... abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam foram ressuscitados, e …saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. Mateus 27:52/53
O centurião romano representante da autoridade Imperial declara: Verdadeiramente este era Filho de Deus.
Mateus 27:54. Ao fazer esta declaração, põe em causa a Teologia dos deuses do Império Romano e abre o caminho ao reconhecimento dos gentios ao Evangelho de Jesus.
O Apóstolo Paulo no ano 55, quando vivia em Éfeso, meditando em todos estes relatos dos Evangelhos, escreveu à Igreja de Corinto, na sua primeira carta, numa esplêndida frase cheia de sabedoria:
I Coríntios 15:54 .

Tragada foi a morte na vitória

PR.Gilberto Gomes e ministro do evangelioConferencista interncional , ,Bacharel em teologia pelo (SEBEMG), telogia de Missões(AMEM)Pastor do ministério das Assembléia de Deus de Madureira em espanhaNa cidade Roses (Gerona) na cidade SAlt(gerona)

A intimidade do casal de namorados


A intimidade do casal de namorados

É comum que um casal de namorados concorde com qualquer conceito que favorece o relacionamento deles. Mas, se algo dificulta usufruir do grande amor que um tem pelo outro, então isso não é bem-vindo, mesmo que venha da Bíblia e de Deus. Os apaixonados são cúmplices, se entendem muito bem e acham que ninguém é capaz de compreender a dimensão do amor que têm.Alguns casais acham que ter relações sexuais no namoro, é um meio de se conhecerem melhor e provarem o amor mútuo, mesmo que esse seja um argumento simplista demais. Pelo fato de namorarem a alguns meses, acham que “se conhecem muito bem”. Muitos quando começam o namoro, não concordam com isso, mas, como “o amor é cego”, com o tempo esse pensamento cai por terra. Os anticoncepcionais facilitam essa prática.Quando o casal está de acordo, essa aventura se concretiza facilmente. Porém, o que muitos não sabem é que na hora mais esperada as coisas não acontecem como imaginadas. A falta de experiência, o sentimento de culpa, o medo de serem descobertos e a necessidade de manterem o fato escondido, se torna um tormento e não um prazer. Sem falar na possibilidade de uma gravidez indesejada e possíveis doenças sexualmente transmissíveis. E aí, aquilo que poderia ser um prazer, pode se tornar um terror que poderá permanecer por toda a vida, pois a consciência é a única namorada da qual jamais poderemos nos livrar. Quanto à falta de experiência, ninguém precisa treinar para isso, ela acontece naturalmente no casamento. Os órgãos genitais não se atrofiam e facilmente se ajustam, pois são feitos de músculos.A chamada “prova de amor” com o sexo antes do casamento, é exatamente falta de amor. A Bíblia diz que “o amor não pratica o mal contra o próximo” (Rm 13.10). E o sexo no namoro é um mal a si e ao próximo, pelas razões já citadas e tantas outras. A desconfiança paira na relação. Se ele e ela não foram capazes de esperar até o casamento, poderão suportar um caso dentro casamento? Se não foram capazes de dizer “não” antes do casamento, qual será a resistência para não dizerem um outro “sim” fora do casamento? Que modelo darão aos filhos ao ensinarem os bons princípios de conduta nessa área? É claro que Deus perdoa esse pecado, mas a cicatriz fica.A intimidade do casal deve ser no coração, não nos órgãos genitais com carícias e relações sexuais. Um casal de namorados que não desenvolve uma verdadeira amizade, se torna mais vulnerável, mesmo depois do casamento. O calor da paixão na adolescência é pouco consistente como prova para os anos seguintes. Essa é uma fase de mudanças rápidas no corpo e nas emoções. Sabe-se que um adolescente pode se apaixonar em média até cinco vezes antes de completar vinte anos. Cada um deve se guardar para aquela pessoa com a qual se viverá por toda a vida depois do casamento.Volto a citar os anticoncepcionais, para dizer que eles não fazem bem para uma menina adolescente. Por impedir a ovulação, eles alteram o ciclo menstrual, podendo até provocar esterilidade. Se o uso de pílulas acontecer por muito tempo, a moça poderá ter sua menstruação completamente interrompida, exigindo um complexo tratamento posterior. Em nome do amor paixão, não compensa abusar do próprio corpo com pílulas e práticas sexuais com uma pessoa que você não tem aliança com ela. A satisfação de alguns minutos não podem superar a tortura de dias, meses e anos pela frente. Por mais que se queira negar, é impossível viver em paz no pecado.As implicações das intimidades físicas no namoro são muito abrangentes. Os pais não concordam e sofrem com elas na vida de seus filhos. Que amor é esse que provoca lágrimas quentes no rosto de uma mãe e de um pai com uma filha que perdeu a virgindade com o namorado, ou com uma gravidez inesperada? Que pai ou mãe se orgulha de ter um filho com fama de garanhão? Quem gostaria de conviver com lembranças indesejadas quando na cama com seu cônjuge e lembrar de outras relações sexuais com uma pessoa que faz parte do passado?. Ouvi certa vez o testemunho de grande homem Deus que dizia assim: " Ela foi minha primeira namorada e eu fui seu primeiro namorado. Éramos adolescentes quando começamos o namoro, sem experiências e muitas instruções, mas Deus nos preservou maravilhosamente com sua graça. Eu tenho dito que não temeria mostrar literalmente o filme de nosso namoro para ninguém. É verdade que tivemos nossos momentos quentes de emoções fortes, mas nada que nos comprometesse à luz dos padrões de Deus revelados em sua Palavra, a Bíblia. O que nos ajudou a ter um namoro positivo, foi o nosso compromisso com Deus e o seu Reino. Sempre fomos envolvidos com a obra do Senhor, líamos a Bíblia e orávamos juntos. Isso certamente fez a diferença.Estou escrevendo sobre a intimidade dos namorados, mas não posso deixar de mencionar a importância da intimidade dos pais com seus filhos. Não tenho dúvidas em afirmar que muitos namoros indecorosos são reflexos de filhos carentes de afeto e amor por parte de seus pais. Todos nós temos uma espécie de balão emocional. Os pais são os primeiros responsáveis em manter esse balão cheio na vida de seus filhos. Isso acontece na vida comum do lar, com palavras, ações e reações. Quando a criança cresce e chega à adolescência com esse balão vazio, ela se torna presa fácil em uma paquera e pouco se faz necessário para ela se entregar incondicionalmente a alguém, devido o vazio que precisa ser preenchido. Antes de qualquer outra coisa, o jovem quer amizade, afeto, respeito, carinho. Quando ele tem isso, muitas vezes não acontece a intimidade física no namoro. Ela é reservada para o casamento.A intimidade física no namoro não compensa. O que é feito em nome do amor, tantas vezes acaba com a auto-estima. Muitas moças engordam muito na adolescência com o uso de anticoncepcionais. Isso sem falar em muitos gastos na tentativa de superar as conseqüências de uma decisão sem sabedoria. Ninguém terá uma vida sexual saudável fora do casamento. Deus estabeleceu isso e ninguém será capaz de mudar. Quando tentamos quebrar as leis, na verdade estamos quebrando a nós mesmos.Acima de tudo, a intimidade do casal deve ser com Deus. A Bíblia diz: “O SENHOR confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14). E mais: “Deleite-se no SENHOR, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.4-5). Deus deve ser o centro de um namoro abençoado. Se ele for colocado em primeiro lugar, o casal terá toda a direção, sabedoria e equilíbrio para lidar bem com todas as situações. O prazer da comunhão com Deus nunca pode ser subestimado pelo prazer da intimidade no namoro. Se assim for feito não será Deus que atenderá os desejos do nosso coração, mas nós mesmos satisfazendo os desejos carnais, egoístas e contrários à vontade de Deus, o que só trará tristezas, mesmo que precedidas de efêmeras alegrias. Quem tem intimidade com Deus, tem intimidade certa, na hora certa, com a pessoa certa devidamente. Não devemos nos amoldar ao padrão de namoro deste mundo, mas nos mantermos firmes na Palavra de Deus, renovando a mente com tudo o que for verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, de boa fama, e tudo o mais que for excelente e digno de louvor (Rm 12.2; Fp 4.8).

Missôes: sorria


Missões: sorria, você está sendo visto por Deus!

“Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá”. Sl 139.7-10.

Com certeza você já assistiu a um reality show, aqueles programas de TV em que os participantes estão sendo vistos e ouvidos todo o tempo, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Ou já se sentiu em um desses programas quando você entra em um elevador ou no banco, e até em algumas ruas, todos repletos de câmeras monitorando nossos passos.

Não há privacidade, não há como se esconder, em todos os lugares lemos: “Sorria, você está sendo filmado”.

O homem sem Deus age como se Deus não tivesse o poder de saber o seu agir. Essa afirmação só pode ser aplicada para o ímpio, nunca para os crentes. A Palavra de Deus diz que o homem natural não conhece, não entende Deus: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente”. 1 Co 2.14.

O homem natural, sem Deus, age como Adão, como Jonas, achando que seria possível fugir da presença de Deus, como se fosse possível Deus não saber onde eles estariam, o que eles estariam pensando e o que eles teriam feito. Não há sigilo para Deus! O homem natural age dessa maneira por não conhecer o caráter de Deus, age assim por não ter temor a Deus e não ter a mínima idéia do que acontecerá depois de sua morte.

E o homem espiritual? Ele é diferente!”Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? Nós, porém, temos a mente de Cristo”. 1 Co 2.15-16. Como homem espiritual o crente discerne todas as coisas e tem a mente de Cristo. Isso quer dizer que sabemos que Deus conhece tudo sobre nós e temos condições de saber tudo o que Deus quer que saibamos sobre Ele, através da sua Palavra e da nova mente que ganhamos na conversão, a mente de Cristo.

Eu chego à conclusão de que somos infinitamente mais tolos que os ímpios. Eles não têm a mente de Cristo, nós temos. Eles não discernem as coisas espirituais, nos discernimos.

Somos ainda mais tolos porque sabemos que nada pode ser escondido de Deus e agimos como isso fosse possível. Posso imaginar algumas desculpas que damos a Deus. Senhor, eu não tenho condições de dar uma oferta expressiva para Missões Nacionais, eu preciso comprar algo que eu não posso ficar sem, eu tenho que priorizar outras coisas que são muito importantes para minha família. As desculpas podem ser consideradas como razoáveis, mas Deus que conhece tudo, inclusive as nossas intenções, sabe que não são verdadeiras, a ponto de se tornarem prioridade em detrimento a uma oferta missionária sacrificial.

Não sejamos tolos em mais uma oportunidade de darmos uma oferta expressiva para Missões Nacionais. Não vamos ser mais tolos que os ímpios. O nosso Deus sabe tudo o que pensamos, inclusive quando fechamos nossos ouvidos à Sua voz. Saiamos do estado de tolice, pois não há a mínima possibilidade de sigilo para Deus.

PR.Gilberto Gomes e ministro do evangelioConferencista interncional ,Bacharel em teologia pelo (SEBEMG), teologia de Missões(AMEM)Pastor do ministério das Assembléia de Deus de Madureira em espanhaNa cidade Roses (Gerona) na cidade SAlt(gerona

IMAIL:gilbertogomesns@hotmail.com

Sexo : quem ama espera! Você esta disposto?


Sexo: quem ama espera! Você está disposto?






Vivemos atualmente em uma cultura obcecada pelo sexo. As empresas de publicidade aproveitam esta força para atrair o público e vender seus produtos. Este interesse universal está sendo hoje explorado em detrimento da cultura e da sociedade. Vemos a decadência na perda da virtude e no endurecimento da sensibilidade moral dos jovens. Todo pecado começa na mente. Os pensamentos provocam ações. Os pensamentos estimulam as emoções e estas debilitam a vontade. A vontade responde às insinuações dos pensamentos e das emoções.

A Bíblia está cheia de ensinamentos sobre sexo. Por que tantas pessoas caem em pecados sexuais? Temos muitas e muitas razões para poder dar uma resposta mediante a esta pergunta, no entanto, dentre tantas, as razões ou motivos que são mais encontrados entre os jovens hoje em dia são:

1) Covardia: diante da ?pressão da turma?, alguns jovens caem neste pecado. Os ?amigos? lhes dizem: ?você não é homem?; ?todo mundo faz?; ?para que se guardar?; ?somente você ainda não fez?. E por covardia, medo, pressão da turma ele acaba fazendo sexo logo para acabar com essas gozações para consigo.

2) Avançar demais nas carícias: começam inocentemente tocando aqui e ali e quando menos se percebe os toques já são mais ousados e em lugares que antes eles sequer se atreveriam a tocar. Ao começar a avançar demais nas carícias ele percebe que não consegue mais parar e se envolve em sensações que não saberá mais como refrear e acaba por praticar o ato sexual.

3) Sentem-se apaixonados: alguns jovens praticam o ato sexual simplesmente pelo fato de que estão apaixonados por uma determinada pessoa e consideram isso um bom motivo para terem sexo. Afirmam que logo irão se casar mesmo, então por que adiar isso. Um tremendo erro, pois paixão nunca deve ser colocada como uma boa razão. Paixões passam. E paixões desenfreadas são como uma criança rebelde que precisa de disciplina e correção e não que sua vontade seja satisfeita.

4) Por ser excitante: quando o jovem entra em ação com as facetas desta misteriosa força criada por Deus, ele acaba se esquecendo de toda restrição moral por se sentir completamente envolvido num ?torvelinho? de emoções surpreendentes e perturbadoras, e essas emoções o arrastam para o inevitável ato sexual. O corpo corresponde ao excitamento e isto lhe vem como extremamente agradável e prazeroso. Logo mais tarde, descobre que tais emoções podem ser desastrosamente artificiais.

5) Ignorância: em muito dos sentidos, esta é a causa básica de muito dos tropeços e dos fracassos de nossa juventude. Porém, em se tratando de sexo, aparentemente todos acabam aprendendo de um jeito ou de outro. A ignorância aqui é que após se envolverem não conseguem mais parar. Acham que podem refrear este instinto quando quiserem, porém, na hora, percebem que não é bem assim.

6) Rebeldia: muitos adolescentes e jovens por serem extremamente rebeldes descaradamente ou abertamente resolvem praticar o ato sexual. Não se preocupam com o que outros pensam, querem apenas satisfazer o desejo de sua carne.

Muitos perguntam: É ou não é permitido ter relações sexuais antes do casamento? A resposta é um sonoro NÃO! A existência de um desejo não justifica sua satisfação ilimitada. Há limites e estes limites são fixados por Deus até mesmo na natureza criada por Ele. O sexo foi feito para ser expresso e experimentado. As relações sexuais são lógicas mas o sexo dever usado com responsabilidade. Seu lugar segundo o plano de Deus é dentro do matrimônio.

A única coisa que você aprenderá através da prática do sexo antes do casamento é que os resultados da rebelião contra a vontade de Deus são sempre amargos. A única e desagradável lembrança que permanecerá gravada em seu subconsciente será a sordidez do seu egoísmo. Você terá mesquinhamente usado o corpo de outro ser humano para satisfazer o seu ego enfermo e irá arrepender-se disso até o túmulo (2Tm 2.22).

Se alguém não tenta enquanto é solteiro, não fracassará ao casar-se? Como um jovem pode saber se é capaz de ser um esposo(a) se não pratica antes?? Perguntas como estas e semelhantes a estas são feitas ao milhares e muitos a fazem com certa sinceridade, outros apenas para darem uma desculpa para a prática da relação sexual antes do casamento. Veja como Satanás é por demais astuto (2Co 11.14,15). Deus nos criou e nos moldou de tal maneira que o jovem e a jovem poderão desfrutar deste dom maravilhoso de Deus, o sexo, no matrimônio. E os comprometidos? E aqueles que já são noivos? Por meio de várias das pesquisas realizadas, a grande maioria dos compromissos que são desfeitos se rompem precisamente porque uma das partes está com sentimentos de culpa por terem cometido o ato sexual. Suas consciências foram contaminadas por meio das levianas e frívolas atitudes sexuais de um para com o outro. Essa consciência e essas atitudes provocam o rompimento do compromisso. O fato de se estar noivo não é motivo para ter relações sexuais entre si (Gl 5.21; Hb 13.4).

A pureza é bela! Um dos maiores presentes que se pode levar para um casamento! A beleza da santidade de um jovem deve ser se guardar para seu cônjuge e praticarem o ato sexual apenas na noite de núpcias.

O jovem ambiciona ter um casamento feliz e sonha com um bom noivado e um casamento melhor possível. O rapaz sonha com uma moça de boa educação, bonita, de convicções firmes. Acima de tudo, a noiva dos seus sonhos é pura. Já a moça, sonha com um rapaz maduro, que seja um bom líder espiritual, puro e que tenha um bom caráter. Quem ama, espera!

Graças a Deus por tais sonhos e lembre-se: quem ama, espera (1Co 7.1-5).